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Como ser elegante?

Frequentemente confundida com estilo, elegância é uma questão existencial, de como você pensa a sua vida, como se coloca no mundo. Tem muito mais a ver com aprimoramento pessoal do que com aparência. Por isso, depende de aprendizado contínuo, a vida inteira!

Para simplificar, elegância é simplesmente adequação ao seu corpo, à sua personalidade, ao seu estilo de vida, à sua idade, à sua profissão, à sua casa, ao seu jeito de ser. Nada mais elegante do que uma mulher alinhadíssima na roupa, nos movimentos, no jeito de se dirigir ao outro, que parece conseguir esse resultado sem muitos esforços.

Então combine a roupa que você usa com o jeito como se comporta!!!

Ser elegante é uma questão de postura, de gesto. Não apenas de vestuário. É um aprendizado, uma filosofia de vida.. quem você é, quem você quer ser e o que faz para chegar lá.

Primeiro você tem que saber o que fica bem em você.

É necessário, provar a roupa e combinar looks várias e várias vezes para você ter a certeza de que nao esta cometendo uma enorme gafe! Vários quesitos devem ser levados em conta. Quanto tempo você vai ficar vestida daquele jeito? Que imagem você quer passar? Qual o nível de conforto que a roupa proporciona? É suficiente para aquela ocasião?

Elegância, pelo menos na aparência, tem um lado racional.

Quando ensaiamos antes, os looks nos dão segurança, nos preservam de momentos desagradáveis e imprevistos.

Se não der certo ou despertar dúvidas, nem perca seu tempo!

Costanza conta que quando ela vai à Europa e à NY para as temporadas de moda, ela prova uma a uma todas as combinações que planeja usar, assim ela reduz o tamanho da mala e sente-se mais segura na hora de escolher o look.

Além disso, educação é a forma mais básica de demonstrar respeito pelo outro. Ser educado é essencial para viver melhor, porque se trata de escolha determinante no que tipo de contato que você mantém com o mundo.

Ser educado é fazer com que o outro, não importa quem, sinta-se a vontade.

Há uma maneira moderna, leve e eficaz de ser educado, sem ser artificial. Qual é? É bem simples: seja rigorosamente gentil com todas as pessoas. ( Não existe coisa mais deselegante do que fazer distinção de tratamento baseado em posição socioeconomica). Seja educado não por oportunismo, para agradar e ter aceitação. Mas por convicção, por interesse pelo outro!

As expressões bom-dia, boa noite, por favor, obrigado, com licença, entre outras bem simplesinhas, são universalmente aceitas e viáveis para tentarmos fazer das relações humanas experiências mais agradáveis.

Marque presença com gentileza.

A ostentação sempre revela arrogância. É uma maneira de jogar na cara do outro, assim mesmo, sem qualquer sutileza, aquilo que vc tem ou pelo menos deseja fazer parecer que tem. Mostra insegurança e ingenuidade.

Vale aquele clichê de que o que realmente importa é o ser e não o ter.

Outro ponto interessante é tentar falar mais baixo.

Há uma tendência de as pessoas falarem cada vez num tom mais alto, provavelmente movidas pela fantasia de que serão mais bem compreendidas ou por mero instinto primitivo de dominar no grito.

Faça um teste e experimente baixar o volume da voz. É inevitável, o interlocutor será obrigado a restar mais atenção no que você diz e sua imagem ganhará em sofisticação. Existe uma música dos anos 50 chamada” Speak Low” que diz que falar alto é invadir o espaço do outro, sem pedir licença, de um jeito bem deselegante. Não tem nada a ver com extroversão ou personalidades expansivas. É falta de bom senso mesmo.

Outro ponto que devemos respeitar é não falar palavrão em público, pelo mesmo motivo de respeito àqueles que estão ao seu redor.

Aprenda  a ter timing. É fundamental e elefantérrimo!

Quando voce tem uma percepção mais aguçada do tempo, para identificar o instante de começar, continuar ou interromper alguma coisa, tudo flui melhor. Vale no panorama geral da vida, ao sair de um emprego ou mudar de profissão, por exemplo, e funciona incrivelmente nas situações mais corriqueiras e banais, no convívio com as pessoas, entendendo que a sua presença ou a do outro, sempre pode pesar um pouquinho, dependendo do tempo que estiverem juntos.

– Ter timing é saber o momento certo de sair de cena.

Nas festas e compromissos sociais, não se trata do famoso SSS – Surgir, Sorrir e Sumir.

É eficiente quando se quer apenas marcas presença, mas é preciso perceber que há sempre uma melhor hora para chegar a a hora ideal para ir embora.

Lembrem-se também do seguinte:

Chegar atrasado é sempre pouco educado, especialmente se for num encontro com poucas pessoas, ou grupo pequeno.

Para um jantar ou um almoço sentado, atraso é inadmissível, já que implica deixar uma ou várias pessoas desconfortáveis, com fome, por acusa dessa displicência.

Em confraternizações maiores, uma boa alternativa pode ser chegar no meio da festa, quando ela estiver no auge, especialmente se a sua intenção for encontrar o maior número de pessoas possível.

Aliás, ir a uma festa e ficar o tempo todo restrito a um mesmo grupo ou grudado numa única pessoa, sem socializar, é desconcertaste, nada educado. Ter timing nesse caso é circular. Festa é para isso, afinal!

E aí, gostaram das dicas meninas?

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Mulberry Bayswater Bag!

Agora vou tocar no ponto fraco de tooodas vocês meninas! hahaha Quem aqui não é fã da Mulberry que vem conquistando cada vez mais garotas que assim como eu e vocês que amam bolsas!

Já vimos aqui alguns modelos clássicos como a Alexa, Tillie e etc.. mas agora eu me apaixonei meeeesmo pelo modelo classiquéérrimo: Bayswater!

A bolsa Bayswater é um ícone para a grife inglesa Mulberry e sem dúvida, um must-have para o closet das mulheres que adoram colecionar acessórios atemporais, práticos e que marcam seu estilo.

A Bayswater é uma ótima e versátil opção para utilizar no dia-a-dia, tanto para a mulher executiva, que precisa de mais espaço para carregar seus pertences e assumir uma jornada dupla, como para um passeio, uma tarde de compras, ou um café com amigas, sempre com muita elegância..

O corpo bem estruturado é valorizado pelos detalhes revestidos na mesma estampa da bolsa e pelo fecho turn-lock com acabamento dourado, que possui a assinatura Mulberry discretamente marcada em baixo relevo.

Internamente, a Bayswater é revestida por camurça e possui três compartimentos, um deles com zíper, ideal para organizar pequenos pertences, como chaves, cartões e até um pen-drive. Há ainda duas alças internas que permitem regular a capacidade de sua Bayswater, caso você precise de ainda mais espaço. Por não contar com divisórias internas, as Bayswater podem levar tudo o que você desejar… Sabe aquela história de que bolsa de mulher sempre tem de tudo? Com a Bayswater isso é uma realidade.

Suas duas alças em couro são revestidas no mesmo padrão da bolsa, fazendo com que ela seja ideal para ser carregada nas mãos ou nos ombros. Possui mini-protetores em metal na parte de baixo para maior proteção de sua Bayswater.

A inglesa Mulberry, fundada em 1971, se tornou conhecida por fabricar artigos em couro de excepcional qualidade. A diretora de criação Emma Hill é muito popular entre os designers por ter sido a responsável pela descoberta de modelos do mundo fashion como Kate Moss, Fearne Cotton e Alexa Chung.

Dimensões (L x A x P): 36 x 26,5 x 16,5 cm

Preço: US$ 2.650,00 (sem impostos e frete)

E aí, quem tá com o coraçãozinho batendo mais forte agora?

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Donna Karan – NYFW A/W 2012.

Desfile fino, chiquérrimo ao meu ver..

A coleção de inverno 2012 de Donna Karan foi batizada de “Pérolas de Sabedoria”, nome perfeitamente alinhado com sua proposta para a temporada: a estilista quer vestir mulheres sábias e seguras o suficiente para fugir de modinhas.

No caso, as nova-iorquinas, público que Donna conquistou no começo da carreira com uma linha de sete peças pretas que poderiam ser combinadas entre si.

Hoje, o mix and match dá lugar a um guarda-roupa menos prático, mas mais maduro e trabalhado. O que se vê são casacos de alfaiataria com ombros um tanto masculinos fazendo par com muitas peças que evidenciam as forma femininas, como saias lápis. Comprimentos longos, poucos acessórios, vestidos fluidos e a paleta de cores repleta de cinzas, prateados, cremes e pérolas (absolutamente nada de preto) completam uma coleção sofisticada sem esforço segundo o site ModaSpot.

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O Que é Ser CHIQUE? por Glória Kalil

Nunca o termo “chique” foi tão usado para qualificar pessoas como nos dias de hoje.
A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não
estão a venda.
Elegância é uma delas.
Assim, para ser chique é preciso muito mais que uns guarda-roupas ou closets recheados de grifes famosas e importadas.
Muito mais que um belo carro Italiano.
O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida.
Chique mesmo é quem fala baixo.
Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras.
Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio.
Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuações inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta.
Chique mesmo é parar na faixa de pedestre e evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.
Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador. É lembrar do aniversário dos amigos.
Chique mesmo é não se exceder jamais! Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.
Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor.
É “desligar o celular” quando estiverem sentados à mesa do restaurante, e prestar verdadeira atenção a sua companhia.
Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.
Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite!
Mas para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre de o quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo, vamos todos retornar ao mesmo lugar, na mesma forma de energia!
Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não te faça bem. Lembre-se que o diabo parece chique, mas o inferno não tem qualquer glamour!
Porque, no final das contas, chique mesmo é ser feliz.

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