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Única Escolha!

As coisas sempre mudam. A vida te oferece e te obriga a fazer escolhas. Escolhas difíceis, escolhas absurdas, escolhas que te desgastam. E eu novamente escolhi ele. Aquele que me olhou e disse “nunca mais”. É, eu sei que havia dito “nunca mais” também. Eu sei que prometi a mim mesma e a uma porção de gente que não fazia mais sentido e que eu não voltaria jamais a pensar nessa história. Havia ocupado minha cabeça, o meu coração e o meu corpo com outras coisas, outras pessoas, outras obrigações, sentimentos. Não precisam dizer que eu fiz a escolha errada, pois eu não fiz. Ou fiz, sei lá. Mas na hora da escolha, eu não pensei no que era certo e errado. Não pensei no quanto ia durar ou não. Eu só pensei no que me fazia feliz. Só pensei nos momentos bons que passamos juntos, no quanto eu me sentia forte e decidida quando estava com ele. Só pensei no quanto ele me fazia rir. Nos nossos planos, nas nossas intimidades. Eu fiz uma escolha pra fazer meu coração parar de sentir uma angustia sem fim. E ninguém melhor do que ele pra fazer isso acontecer. É complicado sim, admito, é difícil, mas é uma delícia estar com ele. E essa é a única explicação por eu sempre fazer a mesma escolha.

 

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Minha mãe, meu tudo! <3

Seus braços sempre se abrem quando preciso um abraço. Seu coração sabe compreender quando preciso uma amiga. Seus olhos sensíveis se endurecem quando preciso uma lição. Sua força e seu amor me dirigiram pela vida e me deram as asas que precisava para voar.. Você mãe, é minha razão de existir, minha base e estrura da qualquer família. Por você sou e sempre serei eternamente grata!

Ela tem a capacidade de ouvir o silêncio.
Adivinhar sentimentos.
Encontrar a palavra certa nos momentos incertos.
Nos fortalecer quando tudo ao nosso redor parece ruir.
Sabedoria emprestada dos deuses para nos proteger e amparar.

Sua existência é em si um ato de amor.
Gerar, cuidar, nutrir.
Amar, amar, amar…
Amar com um amor incondicional que nada espera em troca.
Afeto desmedido e incontido, Mãe é um ser infinito.

Obrigada por tudo mãe, sem você, eu nada seria.. TE AMO!

Feliz dia das mães à todas as mamães queridas e amadas do meu brasil! =)

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Já aconteceu com você?

Com essa onda de tumblr pra lá, tumblr pra cá.. acabei pegando uma tarde e lendo muitos textos e muitas frases apaixonadas por aí.. Achei um texto muito interessante e até dei “Reblog” (afinal, também aderi à essa moda.. caso queiram seguir e conferir é só clicar >  itskika’s tumblr).

Confiram aí meninas.. aposto que vocês já passaram por algo parecido ou conhecem alguma história assim.. ❤

Eles se amam, todo mundo sabe, mas ninguém acredita.

Não conseguem ficar juntos. Simples. Complexo. Quase impossível.

Ele continua vivendo sua vidinha idealizada e ela continua idealizando sua vidinha.

Alguns dizem que isso jamais daria certo. Outros dizem que foram feitos um para o outro.

Eles preferem não dizer nada. Preferem meias palavras e milhares de coisas não ditas.

Ela quer atitudes, ele quer ela.

Todas as noites ela pensa nele, e todas as manhãs ele pensa nela.

E assim vão vivendo até quando a vontade de estar com o outro for maior do que os outros.

Enquanto o mundo vive lá fora, dentro de cada um tem um pedaço do outro. E mesmo sorrindo por ai, cada um sabe a falta que o outro faz.

Nunca mais se viram, nunca mais se tocaram e nunca mais serão os mesmos.

É fácil porque os dias passam rápidos demais, é dificil porque o sentimento fica, vai ficando e permanece dentro deles.

E todos os dias eles se perguntam o que fazer. E imaginam os abraços, as noites com dores nas costas esquecidas pelo primeiro sorriso do outro.

E que no momento certo se reencontrem e que nada, nada seja por acaso.

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What is <3 ?

Desmedido, compulsivo e insensato…

Acontece que uma hora isso tudo tem de mudar, crescer, amadurecer.

Tá certo que amar desmedido é uma delícia, mas amor próprio e racionalidade fazem muito bem, não é mesmo?

Por entre lençóis amassados, eram muitas as vezes em que eu não entendia a minha permanência teimosa naquela cama vazia. Isso bastou até o momento em que não bastou mais.. Você me bastou até me faltar.

Era um sentimento loucamente desenfreado, que fez o quarto ficar pequeno, a casa ficar pequena, os sonhos ficarem pequenos. No fim das contas, foi você quem ficou pequeno demais pra mim.

Me escorria amor por entre os dedos enquanto o destinatário tinha a caixa de correio abarrotada por envelopes ainda selados.

Amor em demasia, pra alguns, é amor demais.

Redirecionei. Encontrei um cantinho recluso, longe de qualquer vestígio que me levava à você. Não pedi nada de volta, deixei com você as linhas tortas de um amor que não coube mais em cativeiro.

Com você ainda existem envelopes meus que hoje já não significam nada.

Comigo uma estranha sensação de que nada disso realmente aconteceu, uma seringa de anestésico local me mantém consciente de não mais estar sentindo.

E a moral de tudo isso?

Amor em demasia.

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Amor Mudo.

A gente deixa de fazer, de sentir, de ser… Seja por altruísmo, receio ou até mesmo por orgulho. Traçar limites dentro de relações é um comportamento quase que institivo, não queremos nos machucar assim como não queremos ser a causa da ferida aberta no peito de quem se ama. Não de propósito.

Não mais tocar no assunto foi o conteúdo da promessa feita à mim mesma.

Os olhos tentam ocultar qualquer sinal de insatisfação, mas nos traem enquanto fitam o chão de maneira obsessiva. Pecamos com o silêncio contido em uma expressão triste. Pesada. A nossa mente revela ter um poder masoquista inigualável e se diverte com a memória de toda e qualquer palavra já proferida.

Prometi.

Prometi.

Para não doer em mim, para não te fazer repetir.

Eu te amava como um campo em chamas!

@kikinha

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Sofrida Bipolaridade.

Na minha cabeça ressoavam destoadas vozes, cruzando umas por cima das outras, confusas, desesperadas.

Não conseguia concluir nenhuma das linhas de raciocínio, atordoadas. Diaramente elas me chacoalhavam em vão. Insistiam em voltar, coloridas ou desbotadas com o tempo, as lembranças consumiam minhas energias, o flashback me iludia. Alimentava.

Dei as costas a tudo que me remetia você e essa vociferação que tanto me machucava.

Precisava conseguir voltar naquele lugar onde começava o silêncio. Eu estava exausta de não conseguir mais escutar o que eu mesma queria. Encontrei sussego em um lugar escuro, frio, incrivelmente distante, mas não retrocedi meus passos.

Acordei vazia. Não existia mais nada em mim que ainda pudesse pertencer à você. Nada em você despertaria aquela inquietante adoração.

Chorei, chorei.

Lutei. Enfrentei. Superei.

Meus pés me levam a novos destinos.

Minha memória já não sabe desenhar seu rosto.

@kikinha

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Pedido Permanente.

Você sempre quis ser médico? Modelo? Ou quem sabe astronauta?

Eu sempre quis amar.

Não culpo o planeta Vênus por reger o signo de Libra, muito menos aqueles filmes em que a princesa encontra o príncipe, eles fogem e vivem felizes para sempre. Eu sempre cresci assistindo à pessoas vivendo amores profundos e avassaladores, desde então me foquei em toda essa intensidade que eu sonhava para a minha vida. Guardei o meu melhor trancafiado em algum lugar no meu peito. Tão bem guardado que cheguei a pensar que o tivesse perdido. Não minto, existiram sim, algumas pessoas que escavaram e que mereceram conhecer parte do que havia de tão conservado, mas, não sei porque, não pude demonstrar um terço do que queria. Talvez não tive tempo, talvez o meu melhor não era o que procurava.

Não costumava procurar, apenas me deixava ser encontrada. Salvo durante experiências falhas, era eu me encantar para estar aberta à uma nova tentantiva. Dessa vez o tiro saiu pela culatra: a vontade que eu tinha de libertar todo o sentimento reservado era maior do que o medo de me entregar à um pré-romance.

Eu queria um amor que me tomasse o ar num só golpe, que me fizesse enrubescer pelo simples ato de fitá-lo. Eu queria um amor que me aquecesse o coração, que provocasse uma imensa vontade de gritar para que o resto do mundo pudesse me chamar de louca. Pouco me importava. Eu queria um amor que bagunçasse minha casa, minha vida, meus cabelos. Alguém que me fizesse mudar o rumo ou simplesmente perdê-lo.

E, no fim do dia, queria um abraço que fosse capaz de acalmar toda essa minha insanidade que corria pelas minhas veias.

Eu só queria amar.

Precisava de alguém que tomasse conta de mim e dos mais puros sentimentos que já tivera.

Queria um amor desesperamente estável.

E eu o perdi. Me escapou por entre os dedos.

Deixou meu coração, mas levou consigo o que eu tinha de mais nobre: o amor.

Eu só queria amar.

Eu sempre quis amar.

@kikinha

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