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O Guia Completo Sobre as Bolsas Icônicas da CHANEL (2.55 Reissue & Classic Flap)

O estilo CHANEL tem atravessado muitas gerações e continua a preservar os códigos que conseguiram estabelecer a sua idéia de estilo e elegância e isso não é novidade pra ninguém né? É instantaneamente reconhecível!

Com um olhar visionário, a Mademoiselle CHANEL revolucionou a vida das mulheres ao criar a pequena obra-prima, funcional e perfeitamente proporcional batizada de Bolsa 2.55, em Fevereiro (02) de 1955 (55), que orgulhosamente afirma sua diferença com a inteligência e um toque de luxo, atendendo cada mulher e cada necessidade.

A famosa e icônica Bolsa 2.55 apresenta um design elegante e lustroso que nunca sai de moda. Esta bolsa é inimitável, desafia o tempo e atrai cada nova geração. Coco CHANEl imbutiu a sua própria história pessoal neste acessório, assegurando um lugar no legado da moda.

Vamos entrar um pouco na história da 2.55?

Vem comigo!

A Bolsa Icônica é um emblema de uma marca e sinônimo de luxo e savoir-faire (conhecimento), é digna do respeito que recebe.

Além de ter sido a primeira bolsa tiracolo do mundo, deixando livres os braços e mãos das mulheres que começavam a se equilibrar entre a vida doméstica e profissional, a inspiração veio das pastas estilo carteiro usadas por mensageiros na II Guerra. O metalassé foi reproduzido dos casacos dos jóqueis e das almofadas de camurça marrom do apartamento de CHANEL, na Rue Cambon, em Paris.

Desde 1983, Karl Lagerfeld, sucessor da Mademoiselle, faz juz ao seu cargo, recriando a peça icônica em novos materiais sem deixar de lado a perfeição, a tradição e o bom gosto, seguindo seu fiel lema: “Criar um futuro melhor a partir dos elementos do passado.”

Com isso, são criados trinta novos modelos anualmente da bolsa icônica, seja ela a Classic Flap ou a 2.55 Reissue, mas a campeã de venda e de popularidade é a preta no metalassé caviar ou lambskin (que vocês vão entender a diferença logo mais!). Só para vocês terem uma idéia, 50% da produção anual é dessas peças e a cada nova coleção testa-se um novo tipo de bege, que era também uma das cores favoritas de CHANEL. O duo preto e branco eternizado e extremamente usado por Coco em suas criações é um clássico e sempre deixa o visual elegante. Ela dizia:“O preto domina tudo, assim como o branco. Eles são a beleza absoluta. São a harmonia perfeita.” Inúmeros livros contam que essa inspiração também nasceu da observação das vestimentas utilizadas pelas freiras enquanto ficou no orfanato/convento e soube adaptá-las muito bem.

Abaixo vocês conferem os dois modelos clássicos da Bolsa Icônica da CHANEL e suas diferenças.

Em ambos os modelos: 2.55 Reissue(1) e Classic Flap(2), a bolsa possui um metalassé inovador, com costura reta fornecendo a bolsa um peso agradável, confortável e garantindo um estilo impecável.

O modelo 2.55 Reissue(1) foi batizado também em Fevereiro, mas no ano de 2005 por Karl Lagerfeld, colocando nas lojas CHANEL a reedição da bolsa original 2.55 criada por Coco à venda. Tal lançamento foi planejado em comemoração ao 50º aniversário da bolsa e por isso a denominação “2.55 Reissue” deve aplicar-se apenas às bolsas comemorativas, com o fecho “Mademoiselle Lock”(6) e “Vintage” Lambskin(3).

Já a Classic Flap(2), com o fecho “Stamped CC Lock” (Com o CC entrelaçado) foi uma criação de Karl Lagerfeld na década de 80. Ele manteve todas as características e peças criadas e colocadas por Coco para desempenhar uma função. A Classic Flap (Aba Clássica) é sempre observada em todas as bolsas!

Vamos aprofundando ainda mais as diferenças, tendo como referência o quadro comparativo acima.

É possível observar três tipos de couro: O “Vintage” Lambskin(3), o Caviar(4) e o tradicional Lambskin(5).

– Lambskin (5) :

O couro original escolhido para fabricação das bolsas foi o de Pele de Cordeiro Macio (Lambskin!), que oferece o mais puro e suave grão. Firmes e extremamente flexíveis, cada bolsa é cortada a partir do coração do couro e tingidas por longos períodos para garantir um acabamento natural (bem liso e com um brilhinho!). Cuidado, pois este couro é sensível à umidade e fricção repetida!

– “Vintage” Lambskin (3) :

Encontrada nos modelos 2.55 Reissue, é utilizado o couro de cordeiro (Lambskin) com um brilho tipo pátina, criada usando uma técnica de “bronzeamento”, que foi especificamente aperfeiçoado por CHANEL para empregar um ar mais vintage ao acessório!

– Caviar / CalfSkin (4) :

O Couro Caviar, é um couro de bezerro granulado, com textura fina e flexível, naturalmente elegante e ideal para todas as ocasiões!

Estas diferenças precisam ser levadas em conta na hora de fazer a escolha entre Lambskin X Caviar.

O preço das duas é praticamente IGUAL. Tem uma variação bem pequena mesmo! Mas, você precisa saber muito bem pra qual ocasião você estará comprando a Bolsa, pois elas apresentam algumas características bem interessantes. Vamos lá.

LAMBSKIN: Prós e Contras.

– Muito macio, liso

– Aparência luxuosa e elegante, ideal para sair à noite.

– Precisa de muito cuidado no manuseio

– Mais propenso à riscos, arranhões, marcas e dobras no couro.

– Pode rasgar com maior facilidade.

CAVIAR: Prós e Contras.

– Textura mais rígida, granulada.

– Democrática, combina para ocasiões diversas (seja de dia ou noite), mas é melhor para o dia-a-dia.

– Manuseio mais prático

– Mais durável

E agora? Pensem nestes detalhes ao fazer suas escolhas meninas!

Próximo Item!

O Fecho Mademoiselle(6) é retangular e possui também um acabamento mais vintage, como ouro envelhecido ou prata envelhecido acompanhando a proposta da bolsa Reissue. É o fecho original desenhado por CHANEL.

Já o Fecho CC Entrelaçado(7) foi incorporado na década de 80 por Karl Lagerfeld como já comentado. Ele aparece em vários outros modelos de acessórios e é considerada tão clássico e chique como o Mademoiselle! (Eu particularmente até prefiro!)

As legendárias e libertadoras correntes CHANEL, são encontradas em duas versões nas bolsas: na 2.55 Reissue(10) ela é entrelaçadas com peças de jóias na mesma cor da corrente, já na Classic Flap(11) ela é entrelaçada com tiras do couro revestido na bolsa, e ambas deslizam em quatro ilhotes. Quando usada no ombro, ela se adapta perfeitamente à forma do corpo de uma mulher e torna-se uma amiga íntima do usuário. É extremamente confortável!

As correntes são feitas por um especialista que tem como missão deixá-las nem muito apertada, nem muito solta, e sim flexíveis e vivas, livres para ser usadas mais curtas ou mais longas, atendendo a necessidade da usuária.

Já li que as correntes utilizadas pela CHANEL como alças das bolsas partiu da sua memória de infância em que viveu no orfanato/convento e as chaves das portas ficavam presas em correntes duplas (tais como as alças da bola) na cintura das freiras ou “tias” como ela chamava.

No Livrinho que vem junto com a Bolsa Icônica consta que o modelo 2.55 Reissue (1) possui 03 tamanhos oficiais: Small, Medium e Jumbo e na Classic Flap(2) você encontra 04 tamanhos oficiais: A Mini, a Small/Medium, a Jumbo e a Maxi (rara!).

Mas, como eu já citei anteriormente, como a cada ano são lançadas novos modelos em forma de “reedição” das itbags, você encontra vários tamanhos com materiais, acabamentos, tons e costuras diferentes.

Só para vocês terem idéia, vou deixar aqui as medidas dos modelos oficiais e clássicos. Ao final do post, vocês poderão visualizar melhor essas medidas, pois vou mostrar as diferenças de tamanho da Classic Flap usando as celebridades! (Não Perca!!!!)

– Tamanhos da 2.55 Reissue:

  • Pequeno – 9 “x 5,5” x 2 “
  • Médio – 10 “x 6” x 2,5 “
  • Jumbo – 12 “x 8” x 3 “

– Tamanhos da Classic Flap:

  • Mini – 7,5″ x 5,75″ x 1,75 “
  • Small/Medium – 9,75 “x 7,06” x 2.16 “
  • Jumbo 12/25 “x 9,18” x 2,5 “
  • Maxi 14,2 “x 9,8″ x 3 ” (Mais difícil de encontrar!)

Bom, como esta bolsa é basicamente fabricada na França e Itália, com certeza acaba saindo mais barato comprar nas cidades da Europa. No entanto acho meio descômodo fazer uma compra dessa fora do país, pois você pode acabar não encontrando o modelo exato que você queria, e muitas vezes não podemos trazer nem a caixa que é ótima para guardar uma bolsa como essa que merece todo o cuidado do mundo!

Na Europa eles devolvem uma taxa (VAT) sobre os produtos fabricados no país. Então realmente acaba saindo mais barato, pois a CHANEL não dá desconto em lugar nenhum do mundo. Os preços da 2.55 Reissue e Classic Flap NUNCA ABAIXAM, mesmo em tempos de crise.  Na verdade eles sofrem um reajuste anual, aumentando os valores das itbags em até 20%! Você pode até encontrar produtos da marca em promoção, no entanto, te garanto, você não vai ver nenhuma delas dando sopa em um grande SALE. Elas nunca entram!

Quando eu comprei a minha, acabava compensando comprar no Brasil mesmo, abaixo vou mostrar os cálculos que fiz, comparando com os preços nos Estados Unidos.

Valores em dólares da Classic Flap:

– Mini: US$ 2.400,00

– Small/Medium: US$ 4.400,00

– Jumbo: US$ 4.900,00

EUR 3.450,00 (12% VAT) – Valor válido para a França a Itália.

UK: 2.975,00 Libras (13,5% VAT)

– Maxi: US$ 5.300,00

Valores em reais da Classic Flap: (Loja Shopping Cidade Jardim)

– Small/Medium: R$ 10.580,00

– Jumbo: R$ 11.680,00

Vamos aos valores de conversão Dólar para Reais.

Vou usar o modelo Jumbo como referência.

US$ 4.900,00 + Taxa de 8,5% (obrigatório nos EUA, a taxa varia de lugar para lugar) = US$ 5.316,50

Passando para reais, utilizando o câmbio de R$ 2,15 (04/09/12).

US$ 5.316,50 X R$ 2,15 = R$ 11.430,47

Ou seja, você ganharia apenas R$ 249,52 comprando nos EUA!

Já, se você fizer a compra na Europa, você realmente leva vantagem!

Vou usar o mesmo modelo Jumbo como referência cotado anteriormente como se eu fizesse a compra na França.

EUR 3.450,00 X R$ 2,75 = R$ 9.487,50

Taxa de Refund (12%)

R$ 9.487,50 – 12% = R$ 8.349,00!

E os próprios vendedores da CHANEL aconselham a levar a nota fiscal nas viagens, pois como a alfândega sabe que é um artigo caro, eles podem querer cobrar impostos.

Bom, agora vamos falar mais um pouquinho sobre a Confecção da Bolsa para vocês entenderem o motivo de ela custar TÃO caro assim!

Do corte ao acabamento, a Bolsa exige 180 operações, que são dominadas e acompanhadas de maneira altamente perfeccionista podendo levar até 18 horas para ficar pronta. As mãos experientes dos mestres trabalhadores no couro CHANEL são os que trazem a bolsa clássica para a vida e por isso este trabalho consome 80% do tempo de produção do acessório. A maioria deles trabalha na Maison há cerca de 17 anos e cada bolsa passa por 6 a 15 artesãos que conhecem muuuuito bem todas as 60 peças utilizadas para a sua montagem. Acabado este processo, as bolsas ainda são submetidas à temperatura de 60 graus e a 95% de umidade relativa do ar por 72 horas para que a resistência seja testada.

Após explorado o princípio de Mademoiselle CHANEL, de que o interior deve ser tão bonito quanto o exterior, a bolsa é montada então de dentro para fora e o forro é projetado como uma bolsa interna na cor borgondy. Esta cor é um vermelho acastanhado, representando a cor do uniforme usado por Coco na escola no Sul da França.

Aqui vou reforçar alguns pontos interessantes na sua produção:

  • 01 – O metalassê inovador inspirado nos casacos dos jóqueis e nas almofadas da sua casa que faziam referência aos vitrais da Abadia em Aubazine, onde Coco cresceu.
  • 02 – O “forro” da bolsa clássica é na cor borgondy, pois CHANEL dizia que ficava mais fácil procurar e tirar os itens sobre um fundo colorido, mas podemos encontrar também no preto ou em outras cores que acompanham a cor do couro externo da bolsa. Outro detalhe interessante é que ele também é feito de lambskin, mesmo que o externo da bolsa seja no caviar, por exemplo. É um luxo total.
  • 03- As partes em metal são todas fabricadas em Paris. Logo abaixo vocês vão ver que em todos os fechos possui a seguinte marca: CHANEL PARIS mesmo que seja no verso ou bem discreto.
  • 04- CHANEL adorava bolsos, ela sempre os achou uma parte essencial na filosofia prática. Na bolsa é possível encontrar ao todo 07 bolsos. O bolso traseiro é conhecido como o “Sorriso de Mona Lisa”, com suas linhas levemente arrebitadas que ela usava para guardar um dinheiro extra.
  • 05 – Ao final da produção a bolsa é mantida em processo de testes por 72 horas antes de irem para as lojas.
  • 06 – O bolso bem pequeninho com zíper encontrado na Aba (Flap!) que contém o fecho, foi batizado pela CHANEL de bolso “secreto” para esconder as cartas de amor.
  • 07 – Antes de assinar seu trabalho maravilhoso com um discreto pesponto em forma de “C” duplo, Coco confeccionou bolsos internos para guardar cartões e cadernos de anotações. O pequeno e inteligente bolso no meio é projetado para um batom! (Genial!)
  • 08 – A outra aba com um fechamento interno foi elaborada para deixar nossos pertences mais seguros! Podemos andar sem preocupação caso viremos a bolsa.
  • 09 – Ao comprar uma bolsa, localize o número de série dela que fica bem escondidinha.. normalmente é bem no cantinho direito! Com ela vem um cartão de autenticidade com o mesmo número, que vocês terão maiores informações abaixo.

É incrível ou não é?

Agora saímos um pouco desse momento de apresentação da 2.55 e partimos para uma parte mais prática!

Hoje em dia em meio a tantas imitações, réplicas e derivados, ficamos com medo de comprar nossas bolsas em sites da internet, de amigos que juram ter comprado ou ganhado de alguém e acabar investindo nosso rico dinheirinho em uma grande roubada!

Por isso, vou mostrar passo a passo de como a bolsa original vem após ser realizada a compra e aos detalhes que vocês precisam se atentar na hora de avaliar o produto.

Vamos lá!

Se você tem muito medo de comprar um artigo falso, então procure sempre uma Loja Oficial da marca.. lá você se sente segura e tem um vendedor altamente qualificado para te fornecer informações e tirar dúvidas.

Quando fui comprar a minha, estava morrendo de dúvida se comprava uma Lambskin ou uma Caviar Preta, pois já tenho uma Chanel na Caviar e eu realmente amo este couro! (Vocês podem ver na foto abaixo!). Como esta é a minha primeira Classic Flap, fiquei com um medo enorme de investir todo esse dinheiro em uma bolsa lambskin que pudesse manchar, riscar com maior facilidade, mesmo que ela tenha um aspecto mais chique! Confesso que não sou muito cuidadosa então não podia ficar na compra duvidosa. Conversei com a vendedora Adriana, uma fofa aliás, e chegamos a conclusão que o melhor investimento é na Caviar! Acabei optando pelo tamanho Jumbo, a grande, que é melhor para o dia-a-dia, pois sou daquelas que sai cedo de casa e volta bem tarde e precisa ir guardando mil coisas na bolsa. Como ela seria para o uso cotidiano e possivelmente para uma saída ou outra à noite, então o Caviar cairia super bem, pois também tem sua elegância e requinte e ainda é mais resistente!Então, se você também tiver este perfil, pense bem em relação ao couro!

Apresento-lhes a minha Chanel Classic Flap Black Caviar Jumbo!

A experiência de compra na CHANEL é realmente incrível. Ela possui um atendimento diferenciado e tem todo o glamour que merecemos.

Quando chegamos em casa, é claro que vamos correndo abrir a caixa para exibir a sua novíssima aquisição!

Vocês vão acompanhar o passo a passo de como que a bolsa icônica vem embalada!

  • 1 – 2) Além de trazer para a casa a sacola com a famosa e amada Camélia branca de tecido, a caixa é bem rígida, diferente das outras que acompanham as outras bolsas e também vem uma outra Camélia na fita da caixa. Elas são “coladas” com um silicone na sacola e na fita, mas vocês podem retirá-las sem danificar nada, nem a camélia, nem a fita, nem a sacola! (YEY!) haha
  • 3 – 4) Ao abrir a caixa, o papel de seda é preto contrastando com a dustbag exclusiva (saquinho) da bolsa icônica que é a branca, fugindo daquela padronizada toda preta escrito em branco como a caixa.
  • 5) Ao levantar a “aba” da dustbag, há uma ilustração de Coco CHANEL e a assinatura de Karl Lagerlfed! Chiquérrimo!
  • 6) Embaixo da bolsa vem dois livretinhos brancos: um com o certificado da bolsa com o seu nome, data de compra e local e com ele é contada a história da bolsa icônica em várias idiomas: português, inglês, francês, alemão, japonês, espanhol, italiano e umas imagens da confecção da bolsa em preto e branco. No segundo livretinho, vem uma flanela (a direita) para polir todas as peças em metal e um guia de como cuidar, fazer a limpeza e manutenção de acordo com o tipo de couro comprado.

O Cartão de Autenticidade da bolsa e a dustbag preta escrita CHANEL em branco vem dentro da bolsa cujo interior está cheio de papel de seda, para preservar o formato da bolsa.

Nas lojas em Paris, as sacolas e caixas são brancas. Vocês podem encontrar essa variação de cor nas embalagens, no entanto no interior da caixa e bolsa ela segue o mesmo protocolo. Contém exatamente as mesmas coisas.

Minha prima esteve em Paris e comprou a sua 2.55 Reissue na famosíssima Rue Cambon (Inveja boa!). Ela me enviou umas fotos para eu mostrar para vocês como é essa diferença!

Dá só uma olhada!

Lindo, lindo, lindo!

Antes de mais nada, para saber realmente do que se trata esta bolsa é legal que você tenha lido tudo o que foi dito acima, pois o conjunto de informações te dá um melhor alicerce de Como Identificar uma Bolsa Icônica Falsa! Aqui no exemplo, vou utilizar a Classic Flap no Lambskin, mas as dicas valem para todas, até mesmo para a 2.55 Reissue!

Segue aqui um Guia Rápido de como averiguar a autenticidade deste item!

  • 1) Atente-se ao couro, veja a consistência, o brilho, o cheiro, mesmo que sutis, vocês aprenderam que o couro é natural e passa por muuuitos processos até chegar à loja,  ele precisa ter estas característiscas que nós conseguimos distinguir a olho nu!
  • 2) Os metais da bolsa, são produzidos com todo o cuidado e com uma cerca precisão. Eles não desbotam, enferrujam, nem mudam de cor ao longo dos tempos. Eles possuem um certo brilho!

  • 3) Os fechos ou pins, possuem o CHANEL PARIS como identificação e os parafusos utilizados não possuem a cabeça em forma de cruz. Eles são parafusados com chave de fenda, e não chave phillips!
  • 4) Repare no couro interno na cor borgondy e as costuras retas seguindo a mesma cor. Além disso, a bolsa é sempre feita na França! Se os metais são dourados, o CHANEL e MADE IN FRANCE serão grafados em dourado. Caso os metais sejam prateados, como é este caso, a grafia é prateada.
  • 5) O cartão de autenticidade que acompanha a bolsa contém um número que é o mesmo da bolsa, eles são de plástico laminado com bordas em dourado, bem durinhos e os números são em relevo como os de cartão de crédito. Os arcos dourados falsos chegam até a ficar com a borda que era para ser dourada, um pouco colorida, como o arco-íris.  Faça a conferência!
Deu para dar uma ajudada?

E conforme eu tinha prometido, abaixo especifico melhor os tamanhos das Classic Flaps para vocês visualizarem!

E aí meninas, qual tamanho vocês mais gostam?

Caso vocês tenham qualquer dúvida, comentário, sugestão ou crítica, entre em contato comentando no Post ou então pelo e-mail: itskika@hotmail.com !

Um beijo!

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UGG News!

Vocês já devem estar cansadas de ver por aí as famosas botinhas UGG. Se você for à SP em um dia frio, aposto que ao bater pernas nos shoppings paulistanos vocês iram encontrar inúmeras meninas e mulheres desfilando suas botinhas hiper quentinhas e confortáveis!

Quer saber mais sobre elas? Conheça já a história das botas favoritas das celebridades!

As raízes da UGG Australia são originadas na localidades das praias da Baía de Byron, onde os surfistas australianos começaram a usar calçados com pele de carneiro para se aquecerem entre as “baterias”. Localizada na margem leste do continente australiano, a Baía de Byron ostenta mares de água azul cristalina com famosos pontos para a prática de surf. As décadas de 60 e 70 foram marcadas pelo descobrimento desses pontos pelos surfistas que se dirigiam aos locais e permaneciam por semanas e, durante sua estadia, buscavam maneiras de manter os pés quentes e secos. Como a Australia é abundante em pele de carneiro, os surfistas passaram a desenvolver artesanalmente uma espécie de calçado que manteria a umidade longe de seus pés. Foi aí que foi criada a marca que, mais tarde, se tornaria um fenômeno global.

Em 1978, Brian Smith chegou à California com uma mala cheia de botas de pele de carneiro, na esperança de que o mundo compartilharia da paixão que Brian desenvolvera pelo produto. As praias da California sempre foram o epicentro de um estilo de vida relaxado e casual, levando Brian a achar este clima perfeito para sua marca. Então, ele fundou a marca UGG e começou as vendas. As botas foram sucesso imediato.

Em meados de 1980, a marca UGG passou a ser um símbolo do estilo de vida e cultura californianos, ganhando espaço em lojas de surf e outras lojas, por toda a costa da California.
As botas UGG alcançaram o mercado além da praia, surgindo em grandes e pequenas cidades e, no inverno, as botas passam a ser vendidas em lojas de ski.
A partir da década de 90, as botas caíram no gosto das celebridades e no mundo da moda, ganhando ainda mais visibilidade depois que a apresentadora Oprah declarou seu amor por suas botas UGG.

Eu mesma sou fanááática pelas minhas botas UGG! Eu já tenho duas pra coleção.. uma caramelo e uma preta em tamanhos diferentes.. e pretendo aumentar a família assim que eu viajar! hahaha É só dar uma esfriadinha que eu já as tiro do armário e me preparo pra 100% de conforto!

Dá só uma olhada que lindiiiinhas! 🙂

Recentemente estive acompanhando os últimos lançamentos da marca e confesso que a nova linha  The “I Do” Capsule Collection me encantou absurdamente!

Com apenas três itens na coleção, as tradicionais Classic Short Boots tanto com paetês, quanto à metálica com o botão em pedra ganharam meu coração!

Vê se não é para amar eternamente?

Bailey I Do! US$ 225,00

Sparkles I Do! US$ 190,00

Foram lançadas também as novas cores da estação.. são fofíssimas, ou não são?

Classic Short – US$ 165,00

Classic Tall – US$  210,00

Outros modelos que também me chamaram a atenção foram estes dois abaixo! Vem comigo!

Bailey Bow – US$ 205,00

Over the Knee Bailey Button – US$ 395,00

Além disso, as Ugg Boots são super práticas de se usar e combinar! Como são botas com bastante volume, é preferível usá-las com calças skinnys ou leggings, além de shorts e meia calça. Na parte de cima, abuse de camisetas, regatas, cardigãs e suéteres, além de trench coats e blazers. As jaquetas de couro deixam o visual ainda mais despojado. Por serem botas bastante casuais, é sempre bom combinar o restante do look com algum acessório interessante, como echarpes ou uma bolsa moderna e bonita.

Abaixo fiz uma seleção de fotos das celebridades que são sempre vistas usando as suas botas.. reparem que muitas delas possuem váááários modelos.. cada hora aparece usando uma! hahaha

E pra completar o nosso amor pela UGG, ela também possui uma linha infantil..

SIM! É isso mesmo que você leu.. você já pode garantir as botinhas para suas filhas e filhos queridos, para que você tenha a certeza de que estarão suuuuper protegidos no inverno!

Olha só que fofuriiiice!

Tá in love, ou ainda não?

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TOP IT BAGS, ALL IN BLACK!

Na hora de escolher uma it bag pra investir seu rico dinheirinho, nada mais certeiro do que apostar em alguns desses modelos! Todas são filhotes de estilistas e designers que fazem muito sucesso no mundo da moda!

Por trás de cada modelo desse, há muita história para entender o por quê delas serem consideradas ícones no mundo todo!

Vamos lá!

(Da esquerda para a direita, de cima para baixo: (1) 2.55 – Chanel, (2) Kelly – Hermès, (3) Birkin – Hermès, (4) Lady Dior – Dior, (5) Speedy – Louis Vuitton, (6) PS1 – Proenza Shouler, (7) Jackie O – Gucci, (8) Motorcycle – Balenciaga, (9) Stam – Marc Jacobs e (10) Alexa – Mulberry.)

1. 2.55 – Chanel;

A famosa miudinha de matelassê com alças de correntes metálicas ganhou este nome por conta de sua data de lançamento: fevereiro de 1955. O lendário objeto de desejo criado por Coco Chanel deriva da praticidade e ousadia de sua inventora: farta de carregar as bolsas na mão, a estilista tratou de colocar alças longas para que pudessem ser carregadas no ombro – da mesma forma que vestiu calças para cavalgar quando apenas os homens usavam a peça. Arrasou no pioneirismo!

A 2.55 evidenciou um boom nos últimos anos, o que levou derivações da criação de Chanel a todo mercado popular, mas a original é uma só: 340 funcionários (que trabalham na fábrica há cerca de 17 anos!) são envolvidos no processo de produção; a bolsa passa por 180 etapas até ficar pronta e o preço não fica abaixo de US$ 4.000,00!

2. Kelly – Hermès;

A grife francesa Hermès é a delicadeza em forma de acessórios, mas, quem diria, começou como uma marca de produtos de equitação – por isso o couro é material tão presente em suas peças. E o primeiro grande hit da Maison francesa foi, sem dúvida, a bolsa Kelly, um modelo em formato de trapézio criado na década de 30 e eternizado por Grace Kelly vinte anos depois.

A princesa de Mônaco não largava seu modelo – que, originalmente, servia para acomodar selas de montaria e foi adaptado para viagens – e fez as vendas alavancarem quando posou para a revista Life usando a sua. O sucesso foi tamanho que a Hermès rebatizou a bolsa em homenagem à diva e o modelo passou a permear o imaginário de toda madame de plantão.

3. Birkin – Hermès;

A pequenina cobiçada surgiu graças a um “ataque de pelancas” da atriz Jane Birkin, em 1984. Em um voo de Paris a Londres, a diva, com dificuldades para encaixar seus pertences no bagageiro, reclamou, aos brados, a falta de uma bolsa prática para viagem. Jean-Louis Dumas, então presidente da Hermès, estava ao lado ouvindo tudo e o resultado foi o modelo feito especialmente para ela alguns meses depois. Bingo! A febre foi tanta que a Birkin quase mora nas mãos de celebridades mais consagradas de Hollywood até hoje!

4. Lady Dior – Dior;

Toda a elegância, pompa e sofisticação da Princesa Diana foram atribuídas a Lady Dior, bolsa que foi rebatizada na década de 1990 – antes, atendia por Chouchou – em homenagem à mãe do príncipe William, fã do modelo quadradinho. A bolsa já teve como garotas-propaganda a primeira-dama francesa Carla Bruni, Marion Cotillard, Monica Bellucci e Diana Kruger. Ou seja… fina!

5. Speedy – Louis Vuitton;

Não há perua no mundo que já não tinha portado uma. Mas a febre da bolsinha Louis Vuitton que, hoje, aparece em variados tamanhos e estampas, começou com Audrey Hepburn em 1965. Fã do modelo de viagem Express, a atriz pediu a Henri Louis Vuitton que criasse um modelo miudinho dele – e nasceu, então, a Speedy 25, nas dimensões 25cm X 18cm.

6. PS1 – Proenza Schouler;

O hit da nova-iorquina Proenza Shouler foi protagonista de um bafafá no mundo da moda este ano, provando seu sucesso e ascensão como objeto de desejo. A rede de fast fashion Target, que já lançou coleção em parceria com a grife, colocou à venda um modelo de bolsa parecidíssimo com o PS1, lançado em 2008. Resultado: os estilistas da marca ficaram decepcionadíssimos e o mundo fashion caiu em cima da Target acusando-a de plágio. Que sucesso, hein?

7. Jackie O. – Gucci;

Criada nos anos 1950 sob a alcunha de Constance, a queridinha da Gucci caiu nas graças de Jacqueline Kennedy na década seguinte e ganhou novo nome em homenagem a ex-primeira-dama americana, que a adotou como xodó. Cada modelo do mimo é manufaturado por artesãos italianos e leva mais de 10 horas para ficar pronto.

8. Motorcycle – Balenciaga;

Lançada há dez anos, o modelo é hit nas mãos das celebridades tanto internacionais quanto nacionais. Disponível em variados tamanhos e cores, a Motorcyle é flexível e feita com couro de bezerro italiano. Ícone de estilo e super prática de ser usada!

9. Stam – Marc Jacobs;

A irresistível matelassada com correntes grossas foi desenvolvida pelo estilista com inspiração na modelo canadense Jessica Stam, musa pela confiança que passa ao desfilar. Símbolo das modernetes, ela pode custa até 1.800 dólares!

10.  Alexa – Mulberry

Uma it girl que se preze deve ter uma it bag para chamar de sua. E foi isso que aconteceu com a modelo e apresentadora de TV “descolex” Alexa Chung, que ganhou uma homenagem da Mulberry em forma de bolsa com seu nome. O estilo bolsa carteiro virou febre entre a mulherada moderninha e arrecadou mais algumas centenas de fãs para Alexa e seu estilo.

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Jane By Design!

Bom meninas, hoje a dica é esse seriado que vem me cativando episódio à episódio! A ABC Family nos presenteou em 03 de Janeiro de 2012 com uma série que retrata esse mundinho fashion que tanto nos fascina!

É uma história meio que  O Diabo veste Prada  com os clichês característicos de roteiros de séries americanas para adolescentes…  mas é quase impossível não se sentir cativado pela protagonista Jane e suas trapalhadas ao tentar manter uma vida dupla entre colegial e assistente de design numa renomada grife de roupas em NYC!

A série faz jus ao que se propõe, é uma comédia teen leve pra assistir sem compromisso que acaba valendo muito a pena!

Vamos aos personagens principais da série:

  • Erica Dasher é Jane Quimby, uma adolescente quase “invisível” no dia-dia no colégio. Quando Ben, seu irmão acaba entrando em dívidas ela resolve procurar um estágio relacionado à área que ela tanto ama.. MODA!
  • Nick Roux é Billy Nutter, é o melhor amigo da Jane.
  • Rowly Dennis é Jeremy Jones, colega de trabalho de Jane, ele é um mulherengo de sotaque britânico que aos poucos ganha a confiança da doce Jane.
  • David Clayton Rogers é Ben Quimby, irmão mais velho da Jane. Depois da morte do seu pai, ele fica como responsável da sua irmã Jane, mas com a falta de dinheiro, ele tem que conseguir um emprego e acaba sendo na escola de Jane como assistente da senhora Rita Shaw.
  • India de Beaufort é India Jourdain é uma mulher ambiciosa que tem um namoro escondido com o Jeremy, ela tenta roubar o lugar da Gray, e sempre que possível ela dificulta e sabota as missões da Jane.
  • Andie MacDowell é a terrível Gray Chandler Murray. A Famosa designer da Donovan Decker, é o patroa da Jane, ela é muito rigorosa e simples, mesmo sendo uma mulher “sem coração” ela reconhece o esforço e dedicação de Jane.

Além da incrível Jane, há dois personagens que são realmente colírios para os nossos olhos.. na história, o Billy (Nick Roux) é o melhor amigo de Jane que todas nós sempre sonhamos em ter!! Além de lindo (e não é gay), ele está sempre disposto a fazer o que for preciso para ajudar Jane! Ele carrega aquele jeitinho meigo, sincero e companheiro que me fez ficar completamente apaixonada por esse  seu personagem!  hahaha

Olha só se eu não tenho razão de ficar babando por ele?

Outro personagem que já caiu no gosto da mulherada é o Nick (Matthew Atkinson) que é o típico menino popular cobiçado por todas as garotas do colégio.. Ele é lindo, lindo, lindo mesmo!

Fala se não é pra babar?

Recentemente foram lançados os 10 primeiros capítulos da série.. mas o sucesso já vem sendo tão grande, que para a semana de moda em NYC foi consagrada uma parceria do seriado Jane By Design com a mega loja de departamentos Bloomingdale’s! Foi lançada uma coleção inspirada nos looks incríveis de JANE!

Vamos conferir?

E você? Já tá assistindo ou já começou a baixar pra assistir no final de semana?

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MOLESKINE!

O que é um Moleskine e por que quem o conhece não vive mais sem ele?

Taí algumas perguntas que eu vinha me fazendo há um tempinho.. hahaha

Qual a mágica? Qual sua história?

Eu conheci o Moleskine em uma ida à Livraria Cultura em SP e fiquei encantada pela sua cor rosinha.. no entanto, o que eu queria não tinha no rosa e acabei não comprando.. depois de muito, mas muito tempo mesmo, vi uma matéria sobre estes caderninhos incríveis e aí sim me caiu a ficha de quão importante foi a minha descoberta aquele dia.. parecia que eu estava diante à algo histórico e não sabia!

Com isso, eu fui atrás para saber do que se tratava na real..

Moleskine não é só um caderno de notas, é uma concepção artística que faz arte na gente. A diversidade de filmes que usam o Moleskine em seus personagens, o charme conferido a quem quer que faça uso do mesmo, com classe, é uma sensação de poder fazer acontecer o que de melhor tem dentro de você, as suas inconsciências, as suas abaladas florações mentais. Tornamo-nos diferentes quando somos invadidos por um Moleskine.

Passei a usar meus Moleskines nos meus escritos fantásticos, aqueles projetos que um dia vão sair do papel direto para a sua realização. As folhas são macias, boas para escrever à lápis e a capinha final para guardar pequenas sensibilidades, é um mimo!

Acredito que uma vez invadido por um Moleskine, você não quer saber de mais nada parecido para registrar suas histórias..

Quer saber um pouco da história?

dois séculos, o Moleskine tem sido o caderninho lendário de escritores, artistas, intelectuais e viajantes. Fabricado na Itália, ele era o preferido de algumas personalidades como o escritor Ernest Hemingway e os pintores Vincent Van Gogh e Henri Matisse.

Inicialmente fabricados por uma empresa familiar da pequena cidade de Tours, os cadernos tiveram uma crise de produção e deixaram de ser fabricados em 1986, com o falecimento do último artesão da família. Voltaram a ser produzidos novamente em 1998, pela empresa milanesa Modo & Modo .

A empresa que os fabrica pode ter mudado, mas a aparência, resistência e a qualidade continuou a mesma.

E, depois de tanto tempo, o caderninho de páginas amareladas e capa de couro acabou virando febre entre a galera descolada.

No site oficial da Moleskine é possível saber mais sobre a história dos caderninhos, novidades, saber onde achar pra comprar no mundo todo, compartilhar sua criatividade em seu Moleskine com a galera, conhecer modelos limitados, saber de eventos relacionados aos famosos notebooks, entre muitas outras coisas interessantes!

Alguns edições limitadas:

O QUE É?

Mas afinal, pra quê serve o Moleskine?

Ele foi criado, inicialmente, pra ser um diário de viagens, o fiel companheiro dos nômades que curtiam anotar seus itinerários, as coisas bacanas dos lugares que visitavam e curiosidades locais. Acabou virando o mais famoso caderno de anotações do mundo.

Hoje em dia, existem muuuuitas variações dele:

Tem modelo pra escrever, pra desenhar, organizador, de pintura, agenda, de viagens (inclusive, existem vários específicos de várias cidades turísticas famosas com informações sobre ela e lugares legais pra se visitar)…

Não tem desculpa! Com um Moleskine na mão, vale copiar sua receita de bolo preferida, a letra de música que você mais gosta, suas frases favoritas postadas no tumblr, suas conquistas e ambições ou até rabiscar uns desenhos despretensiosos.. a graça é usar, e muito, o seu!

ONDE COMPRAR

Os Moleskines são meio caros, e ainda são um pouco difíceis de achar.

Dá pra encomendar no eBay, no Mercado Livre e dá pra comprar na Livraria Cultura e FNAC!

O bom é que a Livraria Cultura está cada vez mais anda estocando Moleskines, estão tem um moonte por lá!

Os preços por lá variam de R$18,80 (Adress Book) até R$2.521,68 (Moleskine Woodstock Collection)! Ou seja, definitivamente não é o caderno mais barato da papelaria, né?

VERSÕES CUSTOMIZADAS DE “MOLESKINE”!

Como a proposta do Moleskine é sempre te acompanhar e deixá-lo bem com a sua carinha.. Algumas pessoas gostam deles customizados/personalizados para ficarem ainda mais com a cara de cada dono! Acho a idéia incrível! Se você está cansado dos seus Moleskines tradicionais, dá só uma olhadinha no que vocês podem fazer!

MOLESKINE VERSÕES CÍCERO E FASHIONARY!

Uma outra opção um pouco melhor para o seu bolso, é a coleção produzida pelo Cícero Papelaria! Já ouvi dizer que eles são tão bons quanto os classudos Moleskines!

Para saber mais, acesse: http://www.ciceropapelaria.com.br/

Os modelos Fashionary, são para todas aquelas meninas que são apaixonadas por moda, assim como eu! Na hora de ver a sua capa, você pode jurar que é mais um Moleskine qualquer, mas não! O Fashionary traz moldes para você colorir e deixar os looks como você bem preferir! É bem legal MESMO! É pra deixar a criatividade florir e ser beeeem feliz!

Quer conhecer mais sobre o Fashionary? Acesse: http://fashionary.org/

DICAS:

Pra quem gosta de estar sempre organizado, a Moleskine vende um Box com 12 caderninhos (todos enumerados) para você ir usando de acordo com cada mês e deixá-los sempre em dia!

Se você já for (ou se você se tornar) um grande usuário e colecionador desse lendário caderninho, você pode sempre fazer anotações e marcá-los para você saber em qual procurar quando precisar de algo..

Ao término de seu primeiro Moleskine, acredito que você seja capaz de responder qual é o seu perfil, de acordo com a tabelinha abaixo…

Vamos conferir qual é o seu tipo?

Se você ainda não começou a usá-lo ou está meio perdido em o que escrever, segue uma diquinha de como você pode separar seu Moleskine!

Se você já está amando essa suuuper mania, não deixe conferir esse vídeo super gracinha..

http://www.moleskine.com

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Stam Bag – Marc Jacobs!

A Stam Bag desembarcou em 2005 e é sempre vista nos braços das celebridades mais consagradas de Hollywood! A itbag de Marc Jacobs está na lista das 50 bolsas mais cobiçadas do mundo e em todo ano é lançada uma nova cor/textura/ e pequenas alterações nos modelos.. No entanto, a clássica mesmo é essa aqui!

Dá só uma olhadinha nas famosas que são Stam addicted’s! haha

Mas é claro que nesse Stam World, há muitos tamanhos e cores.. Tem algumas bags em que as correntes são pratas ao invés de douradas.. e você encontra a Stam MINI (por US$ 775) e a Stam tamanho normal (por US$1,375,00!)

No entanto, como este é um modelo hiper desejado pelas mulheres e meninas em todo o Brasil, é claro que você já encontra no mercado inúmeras bags falsificadas.. por isso, atentem-se há algumas dicas abaixo para você acabar não entrando em uma roubada!!

COMO IDENTIFICAR UMA STAM FALSA!

O Marc Jacobs vive mudando as bolsas das coleções, então pra ter certeza absoluta, vá em uma loja, que é mais seguro.

– Os zíperes das bolsas são LAMPO ou RIRI.

– O número de série (lembrando que só servem pras bolsas mais clássicas que vem com dustbag e cartão de autenticidade. Nem todas as bolsas do Marc Jacobs tem.. As linhas mais baratas como Marc by Marc Jacobs não possuem nem número de série, nem dustbag). O número de série é mais ou menos assim: F06, significa FALL 2006, aí é só procurar os modelos que saíram nesta época e ver se está de acordo.

Made in Italy. As Stams são feitas na Itália. As coleções Marc by Marc Jacobs são feitas na China ou Índia, onde a mão de obra é mais barata, baixando assim o preço da bolsa, mas em se tratando de STAM, todas são feitas na Itália.

– Existe uma plaquinha de metal (pode ser dourada ou prateada) na parte interna das bolsas feitas até 2007. Escrito MARC JACOBS made in italy. O R do MARC é reto, nas bolsas falsas, a perninha do R é virado pra dentro.

– Nas novas STAMs o nome MARC JACOBS vem escrito no courinho em volta do zíper.

As etiquetas (aquelas que a gente corta depois) vem sempre presas com um fio preto, nunca branco.

O tecido: Não precisa nem pegar na bolsa e nem olhar ao vivo. É só ver uma foto que dá pra saber que é falsa, a qualidade não é tão boa, os acabamentos não são tão bons, a costura.

Sempre, na dúvida, pergunte, hein?

Em se tratando de uma Stam, eu nunca vi uma original por menos de 775 dólares. Se for mais barata, desconfie. Mesmo que seja ponta de estoque ou qualquer outra coisa do tipo, ok?

Veja agora como é feita a Stam Bag!

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Valentine’s Day!

É comemorado dia 14 de Fevereiro o Valentine’s Day (Dia dos Namorados) nos Estados Unidos!

Muitos já ouviram inúmeras histórias sobre esta data, mas cada um acaba acreditando em uma coisa… e você? Em qual versão de história você acredita?

  • História do Valentine’s Day 1:

O bispo Valentim lutou contra as ordens do imperador Cláudio II, que havia proibido o casamento durante as guerras acreditando que os solteiros eram melhores combatentes.

Além de continuar celebrando casamentos, ele se casou secretamente, apesar da proibição do imperador. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens lhe enviavam flores e bilhetes dizendo que ainda acreditavam no amor. Enquanto aguardava na prisão o cumprimento da sua sentença, ele se apaixonou pela filha cega de um carcereiro e, milagrosamente, devolveu-lhe a visão. Antes da execução, Valentim escreveu uma mensagem de adeus para ela, na qual assinava como “Seu Namorado” ou “De seu Valentim”.

  • História do Valentine’s Day 2:

Outra versão diz que no século XVII, ingleses e franceses passaram a celebrar o Dia de São Valentim como a união do Dia dos Namorados.  Na Idade Média, dizia-se que o dia 14 de fevereiro era o primeiro dia de acasalamento dos pássaros. Por isso, os namorados da Idade Média usavam esta ocasião para deixar mensagens de amor na soleira da porta do(a) amado(a). As histórias mais comoventes foram as de Carolina e Tomás e de Bárbara e Miguel, que acabaram por ficar juntos dias após o dia dos namorados. A felicidade é algo que predomina nesta data. O dia de São Valentim era até há algumas décadas uma festa comemorada principalmente em países anglo-saxões, mas ao longo do século XX o hábito estendeu-se a muitos outros países. Atualmente, o dia é principalmente associado à troca mútua de recados de amor em forma de objetos simbólicos. Símbolos modernos incluem a silhueta de um coração e a figura de um Cupido com asas.

  • O Dia dos Namorados no Brasil (12/06)

No Brasil, a data é comemorada no dia 12 de Junho por ser véspera do 13 de Junho, Dia de Santo António, santo português com tradição de casamenteiro.

A data provavelmente surgiu no comércio paulista, quando o publicitário João Dória trouxe a ideia do exterior e a apresentou aos comerciantes. A ideia se expandiu pelo Brasil, amparada pela correlação com o Dia de São Valentin — que nos países do hemisfério norte ocorre em 14 de fevereiro e é utilizada para incentivar a troca de presentes entre os apaixonados.

Para todos os casais apaixonados, sejam eles americanos ou brasileiros, segue uma dica infalível de presentes potenciais a serem dados! hahaha

Achei em um site gringo algumas informações à respeito do Valentine’s Day que eu achei bem interessante… Vale a pena dar uma olhadinha…

(Clique para ampliar)

As fofurinhas do Valentine’s Day!

E aí, quem tá pronto pra comemorar?

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